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Sintomas
O quadro clínico é de alteração da consciência, delirium, taquicardia, hipotensão, depressão respiratória, hipersalivação e convulsões. Doses acima de 2.500 mg são letais; há, porém, casos de recuperação em pacientes que ingeriram mais de 4 g.
Manejo
- Manter as vias aéreas permeáveis.
- Iniciar ventilação/oxigenação.
- Preferir carvão ativado com sorbitol a êmese ou lavagem gástrica.
- Fazer monitoramento cardíaco.
- Evitar o uso de adrenalina se ocorrer hipotensão.
- Descartar o uso de outros agentes depressores do SNC.
Referência
Conteúdo originalmente publicado em Cordioli AV; Gallois CB; Passos IC. Psicofármacos: consulta rápida. 6. ed. Porto Alegre: Artmed; 2023.
Organizadores
Aristides Volpato Cordioli
Carolina Benedetto Gallois
Ives Cavalcante Passos
Autores
Rafael Rocha Luzini