Ver também
Insuficiência renal
- A substância deve ser utilizada com cautela
Insuficiência hepática
- Começar com dose inicial mais baixa (0,5 a 0,75 mg/dia em 2 ou 3 doses divididas)
Insuficiência cardíaca
- Benzodiazepínicos têm sido utilizados para tratar ansiedade associada a infarto agudo do miocárdio
Idosos
- Devem começar com dose inicial mais baixa (0,5 a 0,75 mg/dia em 2 ou 3 doses divididas) e ser monitorados atentamente
Crianças e adolescentes
- Segurança e eficácia não estabelecidas, mas frequentemente utilizado, em especial no curto prazo e na extremidade inferior da escala de dosagem
- Os efeitos de longo prazo de alprazolam em crianças/adolescentes são desconhecidos
- Devem geralmente receber doses mais baixas e ser monitorados mais atentamente
Gravidez
- Válidas a partir de 30 de junho de 2015, a FDA norte-americana determina alterações no conteúdo e na forma das informações referentes a gravidez e lactação nos rótulos das substâncias de prescrição, incluindo a eliminação das categorias por letras para risco na gravidez; a Pregnancy and Lactation Labeling Rule (PLLR ou regra final) aplica-se somente a substâncias de prescrição e será introduzida gradualmente para substâncias aprovadas a partir de 30 de junho de 2001
- Possível risco aumentado de defeitos congênitos quando benzodiazepínicos são tomados durante a gravidez
- Devido aos riscos potenciais, em geral o alprazolam não é recomendado como tratamento para ansiedade durante a gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre
- A substância deve ser reduzida gradualmente se descontinuada
- Bebês cujas mães receberam um benzodiazepínico no final da gravidez podem experimentar efeitos de abstinência
- Foi relatada flacidez neonatal em bebês cujas mães tomaram um benzodiazepínico durante a gravidez
- Convulsões, mesmo leves, podem causar dano ao embrião/feto
Amamentação
- É encontrada alguma quantidade da substância no leite materno
- Recomendado descontinuar a substância ou usar mamadeira
- Foram observados efeitos nos bebês, incluindo dificuldades de alimentação, sedação e perda de peso
Referência
Conteúdo originalmente publicado em: STAHL, S. M. Fundamentos de psicofarmacologia de Stahl: guia de prescrição. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. 834 p.
Autores
Stephen M. Stahl