Clorpromazina | Exames

Ver também

Exames prévios e/ou de acompanhamento

  • Como os antipsicóticos convencionais estão frequentemente associados a ganho de peso, antes de iniciar o tratamento pesar todos os pacientes e determinar se já há sobrepeso (IMC de 25,0 a 29,9) ou obesidade (IMC ≥ 30)
  • Antes de dar uma substância que pode causar ganho de peso para um paciente com sobrepeso ou obesidade, determinar se o indivíduo já tem pré-diabetes (glicose plasmática em jejum de 100 a 125 mg/dL), diabetes (glicose plasmática em jejum > 126 mg/dL) ou dislipidemia (colesterol total, colesterol LDL e triglicerídeos aumentados; colesterol HDL reduzido) e tratar ou encaminhar tais pacientes para tratamento, incluindo manejo nutricional e do peso, aconselhamento de atividade física, cessação do tabagismo e manejo clínico
  • Monitorar peso e IMC durante o tratamento
  • Considerar o monitoramento mensal dos triglicerídeos em jejum por vários meses em pacientes com alto risco de complicações metabólicas e ao iniciar ou trocar antipsicóticos
  • Enquanto é dada uma substância a um paciente que ganhou > 5% do peso inicial, considerar avaliação para a presença de pré-diabetes, diabetes ou dislipidemia, ou considerar a troca por um antipsicótico diferente
  • Deve ser verificada a pressão arterial em idosos antes de iniciar e durante as primeiras semanas de tratamento
  • Monitorar níveis elevados de prolactina de benefício clínico duvidoso
  • Fenotiazinas podem causar resultados falso-positivos de fenilcetonúria
  • Pacientes com baixa contagem de leucócitos ou história de leucopenia/neutropenia induzida por substância devem ter hemograma completo monitorado frequentemente durante os primeiros meses, e a clorpromazina deve ser descontinuada ao primeiro sinal de declínio de leucócitos na ausência de fatores causadores

Referência

Conteúdo originalmente publicado em: STAHL, S. M. Fundamentos de psicofarmacologia de Stahl: guia de prescrição. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. 834 p.

Autores

Stephen M. Stahl