Ver também
Insuficiência renal
- A experiência clínica em pacientes com insuficiência renal é limitada. Tais pacientes devem ser cuidadosamente monitorizados e, se necessário, a dose de cloxazolam deve ser reduzida.
Insuficiência hepática
- A experiência clínica em pacientes com insuficiência hepática é limitada. Tais pacientes devem ser cuidadosamente monitorizados e, se necessário, a dose de cloxazolam deve ser reduzida.
- O cloxazolam é contraindicado nos casos de insuficiência hepática grave.
Insuficiência cardíaca
- Existem poucos dados sobre o uso do cloxazolam em pacientes com insuficiência cardíaca.
- Devido ao risco de depressão respiratória, os BZDs devem ser usados com extrema cautela em pacientes com infarto do miocárdio.
Idosos
- Devido ao risco de depressão respiratória, os BZDs devem ser usados com extrema cautela em pacientes idosos.
- Uma das causas mais comuns de quadros confusionais reversíveis em idosos é o uso excessivo de BZDs, mesmo em pequenas doses.
- Quando há comprometimento cerebral, pode facilmente ocorrer uma excitação paradoxal com o uso de alguns BZDs. Em idosos, é recomendado o uso preferencial de BZDs 3-hidroxi (de metabolização mais rápida, como o lorazepam), mas a vantagem dessa estratégia não foi comprovada.
Crianças e adolescentes
- Sua segurança e eficácia não foram determinadas nesse grupo de pacientes.
Gravidez
- Como não há experiências com o cloxazolam, é recomendável não utilizá-lo durante a gravidez, sobretudo no primeiro trimestre. BZDs utilizados no terceiro trimestre, especialmente próximo ao parto, podem causar depressão respiratória no recém-nascido.
Amamentação
- Seu uso não é recomendado durante a lactação.
Referência
Conteúdo adaptado e ampliado de Henriques AA, Filippon APM, Padua AC, Kruter BC, Mattevi BS, Gallois CB, et al. Medicamentos: informações básicas. In: Cordioli A, Gallois CB, Isolan L, organizadores. Psicofármacos: consulta rápida. 5. ed. Porto Alegre: Artmed; 2015. p. 28-352.
Autores
Rafael Rocha Luzini