Ver também
Insuficiência renal
- A substância deve ser usada com cautela
Insuficiência hepática
- Contraindicado
Insuficiência cardíaca
- Não é necessário ajuste da dose
Idosos
- Eficácia e segurança foram estabelecidos (< 75 anos)
- Não é necessário ajuste da dose
- Não deve ser usado em pacientes com mais de 75 anos
- Não deve ser usado em pacientes idosos com demência
Crianças e adolescentes
- Ponderar cuidadosamente os riscos e os benefícios do tratamento farmacológico em relação aos do não tratamento com antidepressivos e documentar isso no prontuário do paciente
- Monitorar os pacientes pessoalmente com regularidade, em particular durante as primeiras semanas de tratamento
- Segurança e eficácia não foram estabelecidas e não é recomendada
Gravidez
- Não foram realizados estudos controlados em gestantes
- Em geral, não recomendado para uso durante a gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre
- Deve-se ponderar o risco do tratamento para a criança (desenvolvimento fetal do primeiro trimestre, parto do recém-nascido no terceiro trimestre) contra o risco de nenhum tratamento (recorrência de depressão, saúde materna, vínculo com o bebê) para a mãe e a criança
- Para muitas pacientes, isso pode significar a continuidade do tratamento durante a gravidez
Amamentação
- Desconhecido se a agomelatina é secretada no leite humano, mas presume-se que todos os psicotrópicos sejam secretados no leite materno
- Portanto, a amamentação ou a substância precisa ser descontinuada
- O período pós-parto imediato é uma época de alto risco de depressão, especialmente em mulheres que tiveram episódios depressivos prévios, portanto, poderá ser necessário reinstituir a substância no final do terceiro trimestre ou logo após o parto para prevenir recorrência durante o pós-parto
Referência
Conteúdo originalmente publicado em: STAHL, S. M. Fundamentos de psicofarmacologia de Stahl: guia de prescrição. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. 834 p.
Autores
Stephen M. Stahl