Ver também
Gravidez
Há poucas evidências sobre a segurança da amissulprida na gestação, o que torna o uso desse fármaco não recomendável para gestantes.
Lactação
Devido à escassez de evidências, sugere-se que a amissulprida seja descontinuada durante a lactação.
Crianças
A segurança da amissulprida ainda não foi estabelecida em crianças, o que contraindica o seu uso em populações pediátricas.
Idosos
A amissulprida deve ser utilizada com cautela em populações geriátricas, em especial pelo risco de hipotensão e sedação. Atentar-se à presença de insuficiência renal nessa faixa etária.
Insuficiência hepática
Não há necessidade de ajuste das doses em pacientes com insuficiência hepática.
Insuficiência renal
Na insuficiência renal, a dose da amissulprida deve ser reduzida à metade em pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 60 mL/minuto e reduzida a um terço em pacientes com depuração de creatinina entre 10 e 30 mL/minuto. Pacientes com insuficiência renal grave (depuração de creatinina < 10 mL/minuto) devem ser acompanhados rigorosamente por médico assistente.
Insuficiência cardíaca
A amissulprida deve ser usada com cautela em pacientes com doenças cardiovasculares ou história pessoal ou familiar de prolongamento do intervalo QT. O uso concomitante de outros APs deve ser evitado nessa população.
Referências
Conteúdo originalmente publicado em Cordioli AV; Gallois CB; Passos IC. Psicofármacos: consulta rápida. 6. ed. Porto Alegre: Artmed; 2023.
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Organizadores
Aristides Volpato Cordioli
Carolina Benedetto Gallois
Ives Cavalcante Passos
Autores
Daniel Prates Baldez