Ácidos graxos (ômega-3) | Populações especiais

Ver também

Insuficiência renal

  • Não foram feitas recomendações específicas pelos fabricantes, por falta de estudos. O EPA e o DHA não são eliminados por via renal.1

Insuficiência hepática

  • Não foram feitas recomendações específicas pelos fabricantes, por falta de estudos.1

Insuficiência cardíaca

  • Medicação aprovada pela Food and Drug Administration (FDA) para uso como estratégia de redução de risco cardiovascular em pacientes com níveis de triglicerídeos ≥ 150 mg/dL e doença cardiovascular estabelecida (tratamento adjuvante a estatinas em dose máxima tolerada em pacientes com indicação).1,2

Idosos

  • Pode ser usado nessa faixa etária.

Crianças e adolescentes

  • Pode ser usado com segurança em crianças e adolescentes.

Gravidez

  • Não há relatos de possível toxicidade com o uso de suplementos de ômega-3 durante a gestação em humanos.1

Amamentação

  • O leite materno normalmente fornece ao recém-nascido em amamentação quantidades adequadas de ácidos graxos ômega-3. O aumento da ingesta materna de DHA pode elevar a concentração desse componente no leite materno. Não há efeitos danosos ao recém-nascido com a administração de suplementos de ômega-3 a mães lactantes.1

Referências

Conteúdo adaptado e ampliado de Henriques AA, Filippon APM, Padua AC, Kruter BC, Mattevi BS, Gallois CB, et al. Medicamentos: informações básicas. In: Cordioli A, Gallois CB, Isolan L, organizadores. Psicofármacos: consulta rápida. 5. ed. Porto Alegre: Artmed; 2015. p. 28-352. 

  1. Helland IB, Saugstad OD, Smith L, Saarem K, Solvoll K, Ganes T, et al. Similar effects on infants of n-3 and n-6 fatty acids supplementation to pregnant and lactating women. 2001;108(5):E82.

Autores

Thiago Henrique Roza